Quem não compreende um olhar tampouco entenderá uma longa explicação - Mário Quintana

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"C" de quê?

Uma das metas para 2012 é voltar a colocar as palavras no papel (ops... tela) deixando fluir os pensamentos que chegam até esse mini cerébro. Eis o 1º post de 2012! Diante das circustâncias, é o que consigo expressar:

Para ele:
C de cínico
C de cão
C de cômodo
C de covarde
C de concha
C de coração (p.s: sem coração)
C de confiança (C = 0)
C de cruel (esse é o pior "C")

Para ela:
C de compreensão
C de coração (p.s: broken!)
C de confiança
C de "crespeito"
C de "cpulga" (será que isso existe?)
C de choro
C de consternação
C de catatau (????!)

domingo, 27 de novembro de 2011

Para refletir...

Em meio a esses mil recadinhos/bobeiras que vemos o tempo todo no Facebook, acabei de ler esse. Sensacional!



domingo, 16 de outubro de 2011

Qual a medida certa>


Ando com dificuldade para escrever. Às vezes, me surge uma ideia que renderia um bom post, mas logo passa e quando tento externalizar os pensamentos e sentimentos é como se eu "travasse", fica quase impossível naquele momento vir aquela boa inspiração de sempre que me servia quase como que um desabafo. Afinal, é assim que eu enxergo a redação e a escrita. Não adianta reclamar, é mais fácil expor suas ideias num papel (tela), escrever e desabafar.
Ontem à noite tive uma conversa muito interessante e bastante incômoda ao mesmo tempo. Nova série de reflexões para pensar:
Qual sera a medida certa para as coisas que fazemos>
Será que essa medida existe> Algo como uma dosagem ideal>
Observo que essa dosagem é extremamente elevada para algumas pessoas, ações, metas. Para outras nem tanto... E quando toda essa energia está sendo canalizada para algo que já virou um ideal> É possível que a medida certa seja focar mais no outro que em nós mesmos>
Qual ponto de equilíbrio nesse contexto> Será que algumas coisas/pessoas são como chocolate> Você abre e nunca se satisfaz com apenas um pedacinho. É preciso comê-lo por inteiro. Ou será que deve haver alguma disciplina com base que no que se espera conquistar>
Quando a gente se sente impotente, frágil e incapaz de seguir adiante e, mesmo assim, insiste, persiste, idealiza. Será isso a medida correta> Ou será mais prudente aceitar que o jogo está perdido, que a corrida tem um outro campeão e simplesmente abrir mão>
Viver é um desafio diário, uma aprendizagem constante. Como assegurar o equilíbrio e a medida certa>
Se alguém tiver uma dica, compartilhe!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amar dói!

Sim! Amar dói! 
Dor que chega a sufocar.
Dor que não deixa pensar.
Dor que só faz chorar.
É! Amar dói! 
Quando você acha que se doa por inteiro,
Quando você acha que é o melhor que pode ser, 
Ainda sim não é o suficiente.
Ainda assim o outro não é capaz de confiar.
Ainda assim o sentimento parece frágil a ponto de balançar.
Poxa! Amar dói!
Quem dera um amor simples para doar!
Um amor verdadeiro para confiar!
Um amor forte de não abalar!
Uma amor cúmplice de valorizar!


p.s: a configuração de horário do blog permanece incorreta.

domingo, 14 de agosto de 2011

Brincando de casinha


Tinha tudo para ser um "brincar de casinha" perfeito.

Uma mocinha independente e um rapaz independente. Ambos com seus trabalhos, suas casas e suas responsabilidades. A idade também é boa. Eles já passaram há tempos a adolescência (apesar do rapaz muitas vezes se sentir um... rs).

Apesar da rotina profissional, os dois mantém contato constante ao longo do dia, conversam ao telefone, se atualizam, brincam, papeiam. Eles têm apelidos próprios, criado pelo rapaz. Eles falam em "vozinhas" próprias. Coisinhas de gente "retardada" que têm muita intimidade.

A melhor parte do dia chega pela noite quando após um dia cheio de atividades os dois se encontram. O encontro acontece sempre no apartamento do rapaz. Por razões não relevadas, ele não gosta de frequentar a casa da mocinha. Mas, enfim...

A mocinha é sempre muito carinhosa. Paparicar o rapaz é o que ela mais gosta de fazer. E, eles assistem filmes juntos, conversam, veem TV, pedem pizza, comida chinesa (sim, às vezes a mocinha já leva), tomam vinho, coca-cola (sempre!), dormem bem tarde ("dormem agarradinhos" segundo o rapaz) e assim seguem "brincando de casinha" numa vida de gente grande.

Contada assim, a história parece pura e bela. A parte triste é que o rapaz não se satisfaz com essa "brincadeira". A mocinha pensa e repensa: Qual será o problema> Isso é coisa de amor não correspondido, sabe> (pelo menos uma vez na vida você já deve ter passado por isso). Apesar dos elementos "aqui têm tudo para dar certo", a história não é bem assim.

O rapaz deve até gostar da mocinha, mas de um jeito tão superficial ou tão substituível que... (ah, é melhor nem falar!).Sem entender o porquê, a mocinha tenta encontrar dentro de si a resposta "Porque ele>".

É cara mocinha, essas coisas do coração são assim mesmo. A gente não entende! Enquanto a paixonite da mocinha continua, o rapaz continua literalmente brincando de casinha. Coisa informal, né! Para ele, apenas uma mera brincadeira. No feelings at all!


sexta-feira, 8 de julho de 2011

Eureka!

Tal como Arquimedes acabo de anunciar um "Eureka"!

Não é que navegando à toa pela Web nessa noite quente de Fortaleza acabo de me deparar com a "descoberta" mais óbvia do mundo?

Porém, talvez, de tão óbvia, eu não tivesse me atentado para sua existência. As circustâncias, as situações e as pessoas estão sempre ali, diante do nosso nariz... mas, às vezes, por conta de objetivos outros que julgamos mais relevantes ficamos praticamente cegos e incapazes de fazer associações e compreender fatos tão óbvios quanto 1 + 1 = 2.

Sei que esse negócio de Internet está ficando sério mesmo! Agora, o sujeito digita o nome de alguém no Google e lá está toda a sua trajetória (escolar, profissional, pessoal, etc). Totalmente sem querer e intuitivamente, a Web te revela um mundo rico de detalhes, de informações, de blogs, de conexões e de relacionamentos.

Eureka!!! Que descoberta!

Certamente nem sempre ficamos positivamente surpreendidos com as mil descobertas que o mundo virtual nos apresenta. Por outro lado, podemos-se dizer que, se não somos capazes de enxergar e perceber obviedades explicítas assim, a própria Web nos têm proporcionado esse olhar crítico, fazendo com que fiquemos cada vez mais e literalmente de olhos sempre abertos.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Que pena :(



A madrugada já chegou faz tempo. Continuo sem sono. Duas noites sem dormir bem.
Ainda tentando digerir no coração e na mente tudo que foi ouvido e afirmado com firmeza e frieza.
Gostar de alguém é uma das melhores sensações que o ser humano pode vivenciar. 
Querer bem alguém faz a gente querer ser sempre uma pessoa melhor.
Faz a gente se sentir feliz.
Faz a gente estar disposto.
Faz a gente querer paparicar.
Faz a gente se sentir vivo.
E, gostar de alguém é involuntário. A gente não escolhe, simplesmente acontece.
Comigo foi assim. Veio do "nada" e aconteceu. 
Sempre foi ótimo gostar de você, querer estar ao seu lado, passar horas conversando.
Poxa, mas que declarações> Que crueldade!
Como ainda assim é possível que meu sentimento continue vivo>
A vontade era ficar junto, era ignorar qualquer tipo de contexto, de conselho. 
A vontade era ouvir apenas o coração. Mas, a razão disse que não.
Como a gente lida com isso> 
O coração está bastante apertado.
A pessoa está triste.
A cabeça está distante.
Sim! Você faz muita falta!
E pena que não acredite na sinceridade deste gostar.

terça-feira, 3 de maio de 2011

As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos

Acabei de receber esse texto num e-mail agora pouco.
Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência...

Por Machado de Assis

Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar.
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir.
Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados...
Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar...
Aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore”.