Devaneios - Mari Lima
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
No mundo da lua
Sei lá por onde anda minha cabeça nessas duas últimas semanas... Em menos de 10 dias, "bati" meu carro 2 vezes... é possível?
Quando falo "bati" quero dizer "raspar" em algum lugar/objeto inaminado como portão, pilastra, outro carro parado, mas já suficiente para prejudicar a pintura, a lataria e deixar minha consciência totalmente pesada a ponto de ter que procurar um funileiro para consertar o estrago...
A parte ainda pior é o custo inútil com algo totalmente idiota, não planejado, enfim...
Estou preocupada com meus pensamentos! Ando com a cabeça no mundo da lua! E pior, acho que já sei o porquê...
Quando falo "bati" quero dizer "raspar" em algum lugar/objeto inaminado como portão, pilastra, outro carro parado, mas já suficiente para prejudicar a pintura, a lataria e deixar minha consciência totalmente pesada a ponto de ter que procurar um funileiro para consertar o estrago...
A parte ainda pior é o custo inútil com algo totalmente idiota, não planejado, enfim...
Estou preocupada com meus pensamentos! Ando com a cabeça no mundo da lua! E pior, acho que já sei o porquê...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ufa!
Um novo barulhinho chato no carro (novo) surgiu ontem. Meu humor ficou completamente afetado, afinal a última vez que algo assim aconteceu, fiquei 15 dias sem meu carro, andando com um reserva que mais parecia uma "carroça".
Detalhe: meu carro só tem 3 meses. Tive o "privilégio" de adquirir um veículo que com menos de 800 km rodados deu "pau" no câmbio e toda a caixa teve que ser trocada.
Ah a marca? Renault! Anotem aí! O pós venda é ótimo, mas o produto em si...
Enfim, acordei hoje e fui à oficina da concessionária. Demos a tradicional "voltinha" para o mecânico ouvir o barulho e, por fim, descobrimos que há um grande objeto de ferro não identificado num dos pneus traseiros do meu carro.
Coisa chata porque vou ter que procurar um borracheiro. Por outro lado, um alívio só de saber que passa longe de ser algo sério! Ufa!
Agora me resta achar um borracheiro. Alguém conhece algum?
Detalhe: meu carro só tem 3 meses. Tive o "privilégio" de adquirir um veículo que com menos de 800 km rodados deu "pau" no câmbio e toda a caixa teve que ser trocada.
Ah a marca? Renault! Anotem aí! O pós venda é ótimo, mas o produto em si...
Enfim, acordei hoje e fui à oficina da concessionária. Demos a tradicional "voltinha" para o mecânico ouvir o barulho e, por fim, descobrimos que há um grande objeto de ferro não identificado num dos pneus traseiros do meu carro.
Coisa chata porque vou ter que procurar um borracheiro. Por outro lado, um alívio só de saber que passa longe de ser algo sério! Ufa!
Agora me resta achar um borracheiro. Alguém conhece algum?
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
"C" de quê?
Uma das metas para 2012 é voltar a colocar as palavras no papel (ops... tela) deixando fluir os pensamentos que chegam até esse mini cerébro. Eis o 1º post de 2012! Diante das circustâncias, é o que consigo expressar:
Para ele:
C de cínico
C de cafageste
C de cômodo
C de cômodo
C de covarde
C de concha
C de coração (p.s: sem coração)
C de confiança (C = 0)
C de cruel (esse é o pior "C")
Para ela:
C de compreensão
C de coração (p.s: broken!)
C de confiança
C de coração (p.s: broken!)
C de confiança
C de "crespeito"
C de "cpulga" (será que isso existe?)
C de "cpulga" (será que isso existe?)
C de choro
C de consternação
C de catatau (????!)
domingo, 27 de novembro de 2011
Para refletir...
Em meio a esses mil recadinhos/bobeiras que vemos o tempo todo no Facebook, acabei de ler esse. Sensacional!
domingo, 16 de outubro de 2011
Qual a medida certa>
Ando com dificuldade para escrever. Às vezes, me surge uma ideia que renderia um bom post, mas logo passa e quando tento externalizar os pensamentos e sentimentos é como se eu "travasse", fica quase impossível naquele momento vir aquela boa inspiração de sempre que me servia quase como que um desabafo. Afinal, é assim que eu enxergo a redação e a escrita. Não adianta reclamar, é mais fácil expor suas ideias num papel (tela), escrever e desabafar.
Ontem à noite tive uma conversa muito interessante e bastante incômoda ao mesmo tempo. Nova série de reflexões para pensar:
Qual sera a medida certa para as coisas que fazemos>
Será que essa medida existe> Algo como uma dosagem ideal>
Observo que essa dosagem é extremamente elevada para algumas pessoas, ações, metas. Para outras nem tanto... E quando toda essa energia está sendo canalizada para algo que já virou um ideal> É possível que a medida certa seja focar mais no outro que em nós mesmos>
Qual ponto de equilíbrio nesse contexto> Será que algumas coisas/pessoas são como chocolate> Você abre e nunca se satisfaz com apenas um pedacinho. É preciso comê-lo por inteiro. Ou será que deve haver alguma disciplina com base que no que se espera conquistar>
Quando a gente se sente impotente, frágil e incapaz de seguir adiante e, mesmo assim, insiste, persiste, idealiza. Será isso a medida correta> Ou será mais prudente aceitar que o jogo está perdido, que a corrida tem um outro campeão e simplesmente abrir mão>
Viver é um desafio diário, uma aprendizagem constante. Como assegurar o equilíbrio e a medida certa>
Se alguém tiver uma dica, compartilhe!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Amar dói!
Sim! Amar dói!
Dor que chega a sufocar.
Dor que não deixa pensar.
Dor que só faz chorar.
É! Amar dói!
Quando você acha que se doa por inteiro,
Quando você acha que é o melhor que pode ser,
Ainda sim não é o suficiente.
Ainda assim o outro não é capaz de confiar.
Ainda assim o sentimento parece frágil a ponto de balançar.
Poxa! Amar dói!
Quem dera um amor simples para doar!
Um amor verdadeiro para confiar!
Um amor forte de não abalar!
Uma amor cúmplice de valorizar!
p.s: a configuração de horário do blog permanece incorreta.
Dor que chega a sufocar.
Dor que não deixa pensar.
Dor que só faz chorar.
É! Amar dói!
Quando você acha que se doa por inteiro,
Quando você acha que é o melhor que pode ser,
Ainda sim não é o suficiente.
Ainda assim o outro não é capaz de confiar.
Ainda assim o sentimento parece frágil a ponto de balançar.
Poxa! Amar dói!
Quem dera um amor simples para doar!
Um amor verdadeiro para confiar!
Um amor forte de não abalar!
Uma amor cúmplice de valorizar!
p.s: a configuração de horário do blog permanece incorreta.
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