Quem não compreende um olhar tampouco entenderá uma longa explicação - Mário Quintana

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Algumas vantagens da maturidade...

Os anos vão se passando e, finalmente, me aproximo do tão "assombrado" 3.0. #medo
Apesar do metabolismo não ser mais o mesmo, afinal se a gente não cuidar os quilinhos extras aparecem, apesar de algumas desilusões pessoais, às vezes, mais intensas do que imaginávamos, apesar da preguicinha maior para encarar aventuras juvenis, penso que vale a pena celebrar a maturidade!
Graças as experiências adquiridas ao longo dos 2.9 anos de existência, reconheço hoje ser capaz de tomar decisões muito mais assertivas e coerentes com minhas expectativas de futuro. Afinal, mesmo próximo dos 3.0 espero ter ainda longos e bons 4.0 a mais para desfrutar a vida.
Apenas com a maturidade, somos capazes de decidir muitas vezes por um "NÃO" mesmo sendo "tentados" pela conveniência e pela comodidade trazidas por um "SIM". 
Um exemplo disso é que aos 2.0 você aceita qualquer proposta de emprego, afinal seu objetivo nesta idade é ingressar no mercado de trabalho de-ses-pe-ra-da-men-te! Próximo dos 3.0, você já é capaz de recusar boas oportunidades profissionais, por saber ponderar melhor a relação de ganhos x perdas, por ter uma visão mais clara do que considera qualidade de vida, por se conhecer melhor, por ser mais coerente entre o que deseja para o futuro x as ações que está tomando para avançar no seu projeto de vida.
Da mesma forma, aos 2.1 você é capaz de adentrar em qualquer aventura amorosa, afinal o sonho do princípe encantado ainda está "vivo" na sua mente e, pouco importa o contexto do moçoilo, o que importa é entregar-se para o amor. Por outro lado, aos 2. tantos você é capaz de não entrar de cabeça num relacionamento, o qual você já vislumbra que trata-se de um "trem desgovernado". Você é capaz de respeitar mais sua intuição, é capaz de aplicar a sabedoria adquirida nos relacionamentos anteriores no sentido de dizer "Opa! Isso aqui de novo, não!" e, assim, com muita maturidade você consegue optar pelo "NÃO" prudente e adulto que compete por muitas vezes e muitas vezes no nosso dia-a-dia com o irresístivel e irresponsável "SIM".
Jamais pensei dizer isso, mas reconheço que aproximar-se dos 3.0 tem lá suas vantagens. Poder enxergar a vida e a mim mesma sob a perspectiva de hoje é infinitamente melhor. 

Sem dúvida que os 3.0 continuam sendo um "marco" temido pela mulherada de plantão, mas se olharmos a fundo, conseguiremos encontrar prazeres e vantagens que só esta idade nos proporciona.
Se a vida é um aprendizado como dizem, espero ser capaz de incorporar apenas as melhores práticas no cotidiano.  
Vamos valorizar a maturidade! Deixar para trás o que não serviu e não foi positivo e aproveitar a experiências vividas somadas às oportunidades de cada novo dia para ser feliz!


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Paparicos no aniversário


Que delícia seria se todos os dias fossem nosso aniversário. Acho o máximo quando esta data chega!
É ótimo receber carinho de pessoas tão queridas e especiais!
É no aniversário que relembro os colegas da escola, os amigos de infância, o pessoal da faculdade, do Mba...
É no aniversário que também recebo declarações mil da minha família, especialmente de mamãe cuja emoção é impossível de conter! Love you mom :)
É no aniversário que renovo votos de uma amizade verdadeira e eterna com minhas melhores amigas da "terrinha"...
É no aniversário que comemoro a oportunidade de receber parabéns diferentes das novas pessoas que Papai do Céu coloca em meu caminho...
Agradeço de coração a todos pela lembrança e pelo carinho!
Sem dúvida, ter pessoas queridas como vocês por perto é o que faz a vida valer a pena! 

Obs: Como toda história tem uma parte "ruim", também tive uma grande decepção ontem... Complicado a gente pensar que pode contar com pessoas tão próximas que, simplesmente, em datas felizes como esta te magoam por puro egoísmo... Nada que seja uma surpresa vindo de você! Já estou calejada de decepções mil contigo...

sábado, 13 de outubro de 2012

Dica de filme :: Os Intocáveis

Essa semana assisti ao filme francês "Os Intocáveis".
Por mais triste que a história seja, o filme é cômico e rende boas gargalhadas.
100% recomendado e indicado para o Oscar (na minha opinião)
Veja o trailer aqui!


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Dica de leitura - 50 tons de cinza

"Cinquenta tons de cinza" faz parte da trilogia escrita por E. L. James, que após muito tempo trabalhando como executiva na área de comunicação, resolveu se dedicar à escrita (Será esse meu futuro também?)
Fiquei super curiosa com o sucesso da publicação e resolvi comprar! Estou perto da metade do livro e é simplesmente empolgante!!! Trata-se de um "romance erótico" (comportado até...rs), mas foi escrito para nós, mulheres, pois descreve cada mínima sensação que temos ao longo de cada fase de um novo romance. Recomendo 100%!!!

Depois desse, já tenho outro livro na fila... "Deus, um delírio" do biólogo (assim como papai) Richard Dawkins. Bem diferente do romance acima, o livro apresenta um novo olhar sobre as religiões de um modo geral e incentiva o leitor a refletir sobre o "poder" das mesmas. Imagino que deva ser uma leitura difícil e talvez até complexa, mas acho que vale a pena conferir.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

#fato

Cada pessoa que passa em nossa vida é uma nova pessoa, a qual não se deve nunca tratar à base de experiências anteriores,
senão é você que vai fazer todas as suas relações serem sempre a mesma coisa.
Se já te traíram, se já te enganaram, se já te decepcionaram… A pessoa que se encontra agora na sua vida, não teve e não tem culpa nenhuma do que se passou com você.
Às vezes, é bom apostar em alguém!
Pode ser que você esteja deixando para trás, desta vez, uma grande amizade, ou o verdadeiro amor da sua vida.

Charles Chaplin

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Devaneio

"Esperar é reconhecer-se incompleto". Guimarães Rosa

"Ainda incompleta e no seu aguardo! Onde está nossa chance?"

"... eu só quero que você me queira! Não me leve a mal..."


Meiga e ninfetinha

Acho esteriótipos não representativos e geralmente falsos.
Rotula-se que gordinhos são tímidos e não atraentes.
Que analistas de sistemas são "nerds".
Que homens mais velhos são os mais experientes.
Que os mais novos são puramente infantis.
Que mulheres magras não têm celulite.
Que as independentes não desejam amar.
Será?
E as mocinhas pequeninas?
Será isso uma coletiva fantasia masculina?
Eu nasci assim: pequenina e meiga.
Cresci, mas continuei assim.
Será esse meu esteriótipo?
Um "pouco" de mistério no ar.
Um "olhar" de matar.
Um "sorriso" para fantasiar.
Um "q" de ingenuidade.
Uma "dose" de fragilidade.
Uma "vontade" de cuidar.
Um "jeito" de encantar.
Sempre a hipnotizar.
Meiga e ninfetinha.
Assim sou eu!

sábado, 14 de julho de 2012

Crise de consciência... Será em vão?

Pela primeira vez em dois anos (ops... mais de dois anos), pude sentir sinceridade e franqueza na sua fala acerca de nossa relação.
Parece que o episódio tanto quanto horrendo e constrangedor foi capaz de acender um alerta na sua mente. É preciso cuidar dos sentimentos das outras pessoas por nós. Como diz o ditado popular "Há males que vem para o bem".
Aceitei o pedido de desculpas, reforcei minhas intenções e acreditei nas suas considerações sobre a necessidade de reflexão diante da postura com pessoas "muito" próximas à você.
Porém, quase uma semana se passou e o que noto é simplesmente nada. Nenhum passo à frente, nenhuma atitude concreta quanto a "catapultar pessoas", nenhuma resolução quanto a "azeitar" nosso ponto e dar uma chance para a vida.
Estou certa de que você realmente foi honesto em nossos diálogos pós "episódio". Penso apenas que se tratou de uma mera crise de consciência. Por sinal, me pareceu em vão, haja visto que nada, absolutamente nada do que essa situação gerou lhe fez sair do mundo da reflexão e efetivamente agir, abrindo-se para mim e para a vida sob uma perspectiva diferente.
A displicência, o descaso e o foco em outras "pessoas" permanece.
Você busca algo e eu sei disso. Você quer um amor e eu sei disso.
Porque é incapaz de dar uma oportunidade?
Será que foi apenas uma crise de consciência?
Foram apenas palavras bonitas e sinceras.
Foi apenas um leve sinal de esperança sem prosperar.
Lembre-se: "O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser".
Eu te encontrei! Fui e sou todos os dias o melhor de mim para você e por nós.
E você? Vai dar uma oportunidade para o amor e para que sejamos o melhor que podemos ser um para o outro?
Estou à espera!



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Raro, mas existe!

Para quem duvida da gentileza de um homem...
Ainda é possível encontrar os que fazem as gentilezas mais sutis, mas que fazem toda diferença.
Abrir a porta do carro (mesmo que a modernidade já tenha inventado as travas automáticas)...
Beijar a mão...
Fazer questão de "acertar" uma conta...
Detalhes que fazem toda diferença...
Raro, mas existe!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Solidão - por Francisco Buarque de Holanda


Fiquei arrepiada ao ler...

Solidão  não  é  a  falta  de  gente  para  conversar,   namorar,   passear  ou  fazer  sexo.... Isto  é  carência.              

Solidão   não  é   o sentimento  que  experimentamos   pela  ausência  de  entes  queridos  que  não  podem  mais voltar.....  Isto  é  saudade.   
            
Solidão  não  é  o  retiro  voluntário  que  a  gente  se  impõe,   às  vezes, para    realinhar os  pensamentos..... Isto é equilíbrio.               

Solidão   não  é  o  claustro  involuntário  que  o  destino  nos  impõe   compulsoriamente para  que  revejamos  a  nossa  vida..... Isto  é  um  princípio  da  natureza.               

Solidão  não  é  o  vazio  de  gente  ao  nosso  lado.....  Isto  é  circunstância.               

Solidão  é  muito  mais  do  que  isto. Solidão  é  quando  nos  perdemos  de  nós  mesmos e  procuramos  em  vão  pela nossa alma .....           

   

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

No mundo da lua

Sei lá por onde anda minha cabeça nessas duas últimas semanas... Em menos de 10 dias, "bati" meu carro 2 vezes... é possível?

Quando falo "bati" quero dizer "raspar" em algum lugar/objeto inaminado como portão, pilastra, outro carro parado, mas já suficiente para prejudicar a pintura, a lataria e deixar minha consciência totalmente pesada a ponto de ter que procurar um funileiro para consertar o estrago...

A parte ainda pior é o custo inútil com algo totalmente idiota, não planejado, enfim...

Estou preocupada com meus pensamentos! Ando com a cabeça no mundo da lua! E pior, acho que já sei o porquê...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ufa!

Um novo barulhinho chato no carro (novo) surgiu ontem. Meu humor ficou completamente afetado, afinal a última vez que algo assim aconteceu, fiquei 15 dias sem meu carro, andando com um reserva que mais parecia uma "carroça".
Detalhe: meu carro só tem 3 meses. Tive o "privilégio" de adquirir um veículo que com menos de 800 km rodados deu "pau" no câmbio e toda a caixa teve que ser trocada.
Ah a marca? Renault! Anotem aí! O pós venda é ótimo, mas o produto em si...
Enfim, acordei hoje e fui à oficina da concessionária. Demos a tradicional "voltinha" para o mecânico ouvir o barulho e, por fim, descobrimos que há um grande objeto de ferro não identificado num dos pneus traseiros do meu carro.
Coisa chata porque vou ter que procurar um borracheiro. Por outro lado, um alívio só de saber que passa longe de ser algo sério! Ufa!
Agora me resta achar um borracheiro. Alguém conhece algum?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"C" de quê?

Uma das metas para 2012 é voltar a colocar as palavras no papel (ops... tela) deixando fluir os pensamentos que chegam até esse mini cerébro. Eis o 1º post de 2012! Diante das circustâncias, é o que consigo expressar:

Para ele:
C de cínico
C de cão
C de cômodo
C de covarde
C de concha
C de coração (p.s: sem coração)
C de confiança (C = 0)
C de cruel (esse é o pior "C")

Para ela:
C de compreensão
C de coração (p.s: broken!)
C de confiança
C de "crespeito"
C de "cpulga" (será que isso existe?)
C de choro
C de consternação
C de catatau (????!)

domingo, 27 de novembro de 2011

Para refletir...

Em meio a esses mil recadinhos/bobeiras que vemos o tempo todo no Facebook, acabei de ler esse. Sensacional!



domingo, 16 de outubro de 2011

Qual a medida certa>


Ando com dificuldade para escrever. Às vezes, me surge uma ideia que renderia um bom post, mas logo passa e quando tento externalizar os pensamentos e sentimentos é como se eu "travasse", fica quase impossível naquele momento vir aquela boa inspiração de sempre que me servia quase como que um desabafo. Afinal, é assim que eu enxergo a redação e a escrita. Não adianta reclamar, é mais fácil expor suas ideias num papel (tela), escrever e desabafar.
Ontem à noite tive uma conversa muito interessante e bastante incômoda ao mesmo tempo. Nova série de reflexões para pensar:
Qual sera a medida certa para as coisas que fazemos>
Será que essa medida existe> Algo como uma dosagem ideal>
Observo que essa dosagem é extremamente elevada para algumas pessoas, ações, metas. Para outras nem tanto... E quando toda essa energia está sendo canalizada para algo que já virou um ideal> É possível que a medida certa seja focar mais no outro que em nós mesmos>
Qual ponto de equilíbrio nesse contexto> Será que algumas coisas/pessoas são como chocolate> Você abre e nunca se satisfaz com apenas um pedacinho. É preciso comê-lo por inteiro. Ou será que deve haver alguma disciplina com base que no que se espera conquistar>
Quando a gente se sente impotente, frágil e incapaz de seguir adiante e, mesmo assim, insiste, persiste, idealiza. Será isso a medida correta> Ou será mais prudente aceitar que o jogo está perdido, que a corrida tem um outro campeão e simplesmente abrir mão>
Viver é um desafio diário, uma aprendizagem constante. Como assegurar o equilíbrio e a medida certa>
Se alguém tiver uma dica, compartilhe!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amar dói!

Sim! Amar dói! 
Dor que chega a sufocar.
Dor que não deixa pensar.
Dor que só faz chorar.
É! Amar dói! 
Quando você acha que se doa por inteiro,
Quando você acha que é o melhor que pode ser, 
Ainda sim não é o suficiente.
Ainda assim o outro não é capaz de confiar.
Ainda assim o sentimento parece frágil a ponto de balançar.
Poxa! Amar dói!
Quem dera um amor simples para doar!
Um amor verdadeiro para confiar!
Um amor forte de não abalar!
Uma amor cúmplice de valorizar!


p.s: a configuração de horário do blog permanece incorreta.

domingo, 14 de agosto de 2011

Brincando de casinha


Tinha tudo para ser um "brincar de casinha" perfeito.

Uma mocinha independente e um rapaz independente. Ambos com seus trabalhos, suas casas e suas responsabilidades. A idade também é boa. Eles já passaram há tempos a adolescência (apesar do rapaz muitas vezes se sentir um... rs).

Apesar da rotina profissional, os dois mantém contato constante ao longo do dia, conversam ao telefone, se atualizam, brincam, papeiam. Eles têm apelidos próprios, criado pelo rapaz. Eles falam em "vozinhas" próprias. Coisinhas de gente "retardada" que têm muita intimidade.

A melhor parte do dia chega pela noite quando após um dia cheio de atividades os dois se encontram. O encontro acontece sempre no apartamento do rapaz. Por razões não relevadas, ele não gosta de frequentar a casa da mocinha. Mas, enfim...

A mocinha é sempre muito carinhosa. Paparicar o rapaz é o que ela mais gosta de fazer. E, eles assistem filmes juntos, conversam, veem TV, pedem pizza, comida chinesa (sim, às vezes a mocinha já leva), tomam vinho, coca-cola (sempre!), dormem bem tarde ("dormem agarradinhos" segundo o rapaz) e assim seguem "brincando de casinha" numa vida de gente grande.

Contada assim, a história parece pura e bela. A parte triste é que o rapaz não se satisfaz com essa "brincadeira". A mocinha pensa e repensa: Qual será o problema> Isso é coisa de amor não correspondido, sabe> (pelo menos uma vez na vida você já deve ter passado por isso). Apesar dos elementos "aqui têm tudo para dar certo", a história não é bem assim.

O rapaz deve até gostar da mocinha, mas de um jeito tão superficial ou tão substituível que... (ah, é melhor nem falar!).Sem entender o porquê, a mocinha tenta encontrar dentro de si a resposta "Porque ele>".

É cara mocinha, essas coisas do coração são assim mesmo. A gente não entende! Enquanto a paixonite da mocinha continua, o rapaz continua literalmente brincando de casinha. Coisa informal, né! Para ele, apenas uma mera brincadeira. No feelings at all!